Informações
Avaliação
O processo de avaliação de uma peça levará essencialmente em conta o seu
conteúdo de metal precioso. Para chegar a esse conteúdo é necessário excluir do
peso da peça a parte que se deva a metais não preciosos, pedras e ornamentos,
etc. Algumas pedras preciosas poderão ser igualmente valorizadas, se for
previsível o seu reaproveitamento, no entanto é de referir que as mais pequenas
raramente o serão, quer por se danificarem na remoção, quer por poder ser
impossível a lapidação em pedras já muito pequenas.
Para apurar o conteúdo de metal precioso, é também necessário levar em
conta que a maioria das jóias são constituídas por ligas metálicas e não por
metal precioso puro. Isso significa que é necessário apurar o grau de pureza do
metal em questão, e fazer o devido desconto consoante
este.
Grau de pureza -
Punções
A pureza de um metal pode ser determinada por marcas que lhe são
embutidas na fabricação, as marcas de punção, que indicam quer o fabricante,
quer o “toque” ou grau de pureza.
Abaixo reproduzem-se as principais punções de contrastaria
(fonte:INCM)
Ouro
Prata
Marcas da Convenção
Existem outras punções, ao abrigo da Convenção sobre o Controlo e
Marcação de Artefactos de Metais Preciosos (Convenção de
Viena).
As milésimas referem-se ao grau de pureza, por exemplo 750 milésimas
significa uma pureza de 75%, ou seja, 75% do peso da peça é metal
precioso.
Grau de pureza -
Análises
É possível igualmente apurar o grau de pureza de uma peça recorrendo a
análises químicas e de espectro. Estas serão levadas a cabo na loja, perante o
cliente, independentemente da existência de punções e como forma de os
confirmar.
Grau de pureza -
Quilates
Muitas
vezes a pureza do ouro é apresentada em quilates. Estes relacionam-se com a
pureza do ouro da seguinte forma: